Márcia Bechara e Fernada Azevedo, atrizes, pesquisadoras e criadoras do espetácullo “Carne”.
Entendemos que a discussão política sobre as questões que envolvem opressão de gênero, violência contra a mulher e outros temas afins nunca possuiu tanta relação com o universo da produção artística – em especial a performance e as artes cênicas – quanto neste início de século 21.
A maneira como a sociedade se apropria do corpo e do espaço social da mulher, com o objetivo de engessá-la dentro de uma ideologia de fundo patriarcal , é hoje objeto de estudo de artistas e coletivos como Maria Galindo & Mujeres Creando (Bolívia), Mujeres Publicas (Argentina), The Magdalena Project (Rede Internacional de Mulheres idealizada pela britânica Jill Greenhalgh) e a pesquisadora e professora Diana Taylor, da Universidade de Nova Iorque, entre tantas outras, anônimas ou conhecidas do grande público, através das Américas.
Neste sentido, estabelecemos parcerias com artistas que, em sintonia com os anseios e demandas político-culturais necessários para a construção de uma sociedade mais justa, ampliam e aprofundam o debate de gênero no Brasil.
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