Meu primeiro nome, como os mais atentos devem ter percebido, remete ao protótipo do macho brasileiro das décadas de 60 e 70, Jece Valadão. A pronúncia é Jésse, não Jessé – posto que Jesse é um nome espada, enquanto só os maricas se chamam Jessé. Pena que o próprio Jece tenha perdido o elã no final da vida, quando se converteu em pastor evangélico. É bem verdade que as religiões prestaram enormes favores à causa do machismo ao longo da história. Apesar disso, acredito que macho que é macho não ajoelha para rezar. Aliás, macho que é macho não ajoelha para nada, nem durante o ato físico do amor. Isso para quem acredita que o amor tenha algum componente que não seja físico.
Jece Gracie
Artigo completo na Revista Piauí: http://www.revistapiaui.com.br/artigo.aspx?id=705&pag=1