Esta é a mulher moderna: a autodisciplina, ao invés de um sentimentalismo exagerado; a apreciação da liberdade e da independência, ao invés de submissão e de falta de personalidade; a afirmação de sua individualidade e não os estúpidos esforços por identificar-se com o homem amado; a afirmação do direito de gozar dos prazeres terrenos e não a máscara hipócrita da “pureza”, e finalmente, o relegar das aventuras do amor a um lugar secundário na vida. Diante de nós temos, não uma fêmea, nem a sombra do homem, mas sim uma mulher-individualidade.
Este é o último parágrafo do ensaio “A NOVA MULHER E A MORAL SEXUAL”, escrito por Alexandra Kolontai em 1918! Estamos em 2008…
(Ed. Expressão Popular)
Como é lenta a transformação ideológica!
Quase um século e poucas foram as mudanças!
Mas devemos seguir em frente !